terça-feira, 18 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
é só, e só.
Depois de tanto tempo sem exibir palavras-chaves aqui, eu vim trazendo
palavras-fechaduras tão duras.
É que a chuva me veio quente no rosto,
é que deixei minha aliança protegida no bolso,
é que tentei surportar a dor e viver...
Mas, o difícil é quando se não tem controle de sentimentos,
de emoções, de envolvimentos,
de simplesmente viver o que se sente,
na maior brandura da vida.
Sem medo de errar,
sem medo de tentar,
sem medo de amar quem te ama.
Sem medo.
Medo.
Sem!
Fechaduras que me prendem,
Onde estão as chaves?
Onde está o tempo?
Só tenho que esperar agora...
O que será que me virá outrora?
Me protegerei de novo atrás de muros, ou serei ousada,
corajosa, audaciosa, confiante e forte?
Eu bem que queria ter esses adjetivos em meu currículo, porém nem sempre os vejo em mim.
Só sei que...
é difícil.
Começaremos do zero.
O Começar .
palavras-fechaduras tão duras.
É que a chuva me veio quente no rosto,
é que deixei minha aliança protegida no bolso,
é que tentei surportar a dor e viver...
Mas, o difícil é quando se não tem controle de sentimentos,
de emoções, de envolvimentos,
de simplesmente viver o que se sente,
na maior brandura da vida.
Sem medo de errar,
sem medo de tentar,
sem medo de amar quem te ama.
Sem medo.
Medo.
Sem!
Fechaduras que me prendem,
Onde estão as chaves?
Onde está o tempo?
Só tenho que esperar agora...
O que será que me virá outrora?
Me protegerei de novo atrás de muros, ou serei ousada,
corajosa, audaciosa, confiante e forte?
Eu bem que queria ter esses adjetivos em meu currículo, porém nem sempre os vejo em mim.
Só sei que...
é difícil.
Começaremos do zero.
O Começar .
quarta-feira, 8 de junho de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Eu venço!
Pipoca de circo.
Carinho de irmã.
O cuidado do sogro, o amor do amor.
O peito acelerado, será desmaio que está surgindo?
E o medo, mãos molhadas, vento frio perseguindo...
E se eu olhar para a terra antes pisada, perderei tempo ao parar para desanimar.
O que preciso fazer agora é me preparar para ganhar!
Ferramentas, recursos, sentidos, esforço e força de vontade.
Mas, sobretudo, DEUS, minha felicidade.
Carinho de irmã.
O cuidado do sogro, o amor do amor.
O peito acelerado, será desmaio que está surgindo?
E o medo, mãos molhadas, vento frio perseguindo...
E se eu olhar para a terra antes pisada, perderei tempo ao parar para desanimar.
O que preciso fazer agora é me preparar para ganhar!
Ferramentas, recursos, sentidos, esforço e força de vontade.
Mas, sobretudo, DEUS, minha felicidade.
sábado, 14 de maio de 2011
Devo começar do zero.
Zero e zero são a mesma coisa,
um português, outro inglês.
Se quero mesmo, começarei do meio zero.
Não hei de murmurar, falação ao ermo cansa.
Porque são tantos textos longos,
longos textos, pernilongos
que se assoprar, cai pra trás
de tantas vírgulas que o sol desfaz.
Peço a Deus, em silêncio, que me conserve até minha chegada em casa,
pois, por mais que eu coma sal a minha pressão se tange baixa.
E me demito da fotossíntese de verde e luz,
prefiro ser viva, com cores bem finas pra não ser só cruz.
Que eu não caia.
Que eu sempre lute e conquiste.
Que eu não conte os anos, nem olhe para os ponteiros.
Que eu , simplesmente, continue na marcha, olhando para o alvo, afiando minha ferramenta.
A vida que temos é só uma.
E se finda.
Zero e zero são a mesma coisa,
um português, outro inglês.
Se quero mesmo, começarei do meio zero.
Não hei de murmurar, falação ao ermo cansa.
Porque são tantos textos longos,
longos textos, pernilongos
que se assoprar, cai pra trás
de tantas vírgulas que o sol desfaz.
Peço a Deus, em silêncio, que me conserve até minha chegada em casa,
pois, por mais que eu coma sal a minha pressão se tange baixa.
E me demito da fotossíntese de verde e luz,
prefiro ser viva, com cores bem finas pra não ser só cruz.
Que eu não caia.
Que eu sempre lute e conquiste.
Que eu não conte os anos, nem olhe para os ponteiros.
Que eu , simplesmente, continue na marcha, olhando para o alvo, afiando minha ferramenta.
A vida que temos é só uma.
E se finda.
melodia dos anos 50.
Quando a ponta da agulha quer deslizar sobre minhas ranhuras,
quer revelar minhas canções mais latentes,
quer arranhar a superfície do que SOUL, eu me prendo ao toca-disco, endurecendo minhas elípses, me entrengando à poeira.
Assim faço, para que não critiquem meu melhor/ pior.
É preferível eu estar em som quieto, porque afinal de contas, sou só mais um na prateleira.
Capa escura, sem brilho.
E quando me julgam pela capa, vão à próxima prateleira, pois não sou o disco clássico que agradam aos eruditos,
também não sou de música popular com quatro notas e três gritos.
Sou trilha sonora para os simples, os curiosos, os artistas de rua, palhaços de aventura.
Um dia empoeirado,
com um som arranhado
de ouvintes cansados
de tanto vinil que sou amado.
quer revelar minhas canções mais latentes,
quer arranhar a superfície do que SOUL, eu me prendo ao toca-disco, endurecendo minhas elípses, me entrengando à poeira.
Assim faço, para que não critiquem meu melhor/ pior.
É preferível eu estar em som quieto, porque afinal de contas, sou só mais um na prateleira.
Capa escura, sem brilho.
E quando me julgam pela capa, vão à próxima prateleira, pois não sou o disco clássico que agradam aos eruditos,
também não sou de música popular com quatro notas e três gritos.
Sou trilha sonora para os simples, os curiosos, os artistas de rua, palhaços de aventura.
Um dia empoeirado,
com um som arranhado
de ouvintes cansados
de tanto vinil que sou amado.
O que é a vontade?
Ânsia de se ter o que se espera.
Sonho de viver o fim da guerra
daquilo que combate contra seu limite,
dentro de onde é forte aquele que resiste.
A vontade quer ser concreta,
seja ela má ou boa.
Se deixar a porta aberta,
ela foje, ela voa.
E a consequência, se vier, faz morada angustiante,
e fica viva, desaparecendo aos olhos dos que julgam o ignorante.
Porém, este leva, dentro de si, a vontade de ter tido sorte
de naquele dia ter mortificado de vez a bruta vontade
que naquele instante se refez.
Arrepreendimente.
Sonho de viver o fim da guerra
daquilo que combate contra seu limite,
dentro de onde é forte aquele que resiste.
A vontade quer ser concreta,
seja ela má ou boa.
Se deixar a porta aberta,
ela foje, ela voa.
E a consequência, se vier, faz morada angustiante,
e fica viva, desaparecendo aos olhos dos que julgam o ignorante.
Porém, este leva, dentro de si, a vontade de ter tido sorte
de naquele dia ter mortificado de vez a bruta vontade
que naquele instante se refez.
Arrepreendimente.
Do Ê.
Estou em cima da escada
escondida, esvaziando meu estoque.
Espero a essência do estranho extirpar a esperança do espelho.
Encoste-se ao estrondo encantado, é só esquecer de esquentar a cabeça.
Envivecer. Não envelhecer.
escondida, esvaziando meu estoque.
Espero a essência do estranho extirpar a esperança do espelho.
Enquanto eu entoo essa esperteza,
encontro uma enorme estrada estreita. Entendio-me ao explodir o empirico enxarcado, estrada de enjoo escuro enforcado.
Entende o que escrevo?
Escreve o que entendo?
Entenda com baquetas,
enquanto escrevo escaletas.
Encoste-se ao estrondo encantado, é só esquecer de esquentar a cabeça.
Envivecer. Não envelhecer.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
nada de n.d.a,
A fonte d'água financiou o fumo da sede, do gelo, dos pombos cinzentos.
A voz vagueou distante, fez eco e voltou fulmegante.
O relógio congelou seus ponteiross, bateu as botas,
a energia da bateria,
de todo dia,
ao meio-dia, anuncia a agonia de que o sol se enfurecera ao se murmurar de sua quentura, seu calor, sua usura.
A voz vagueou distante, fez eco e voltou fulmegante.
O relógio congelou seus ponteiross, bateu as botas,
a energia da bateria,
de todo dia,
ao meio-dia, anuncia a agonia de que o sol se enfurecera ao se murmurar de sua quentura, seu calor, sua usura.
domingo, 17 de abril de 2011
Ampulheta.
Aqui são 19 anos de mente.
E a cada instante que mais velho se fica mais experiência é consumida.
A infância fica nas fotos, os segredos são trancafiados nas coronárias da bomba sanguínea, e por fim, suas roupas mudam conforme suas opiniões são vestidas, usadas, lavadas, passadas, vestidas, usadas, ... todo um ciclo.
Acontece que a gente cai na real que serão mais vinte e não mais adolescência.
Olhando para o livro que somos, descobrimos que há milhões de coisas coisadas que só a gente sabe o que significa. Ou não.
Lendo-se você descobre que em todos há uma espécie de preconceito latente, uma maldade, mil facadas,
7 defeitos, seja o pecado capital que for, mas há de com força.
Sorte tem aqueles que conseguem apagar isso de suas páginas ou controlar a saída das palavras pela boca.
Se sou livro e se sou lido, então o importante aqui não é a capa mas o contexto que eu contenho! Ou melhor, o pretesto que detenho.
E se serão vinte daqui a 8 meses e me tornarei um livro maior, então não serei mais um infanto-juvenil, mas de literatura brasileira pra que quando chegar mais vinte, daqui uns 21, eu me torne uma senhora enciclopédia.
Páginas amarelas.
E a cada instante que mais velho se fica mais experiência é consumida.
A infância fica nas fotos, os segredos são trancafiados nas coronárias da bomba sanguínea, e por fim, suas roupas mudam conforme suas opiniões são vestidas, usadas, lavadas, passadas, vestidas, usadas, ... todo um ciclo.
Acontece que a gente cai na real que serão mais vinte e não mais adolescência.
Olhando para o livro que somos, descobrimos que há milhões de coisas coisadas que só a gente sabe o que significa. Ou não.
Lendo-se você descobre que em todos há uma espécie de preconceito latente, uma maldade, mil facadas,
7 defeitos, seja o pecado capital que for, mas há de com força.
Sorte tem aqueles que conseguem apagar isso de suas páginas ou controlar a saída das palavras pela boca.
Se sou livro e se sou lido, então o importante aqui não é a capa mas o contexto que eu contenho! Ou melhor, o pretesto que detenho.
E se serão vinte daqui a 8 meses e me tornarei um livro maior, então não serei mais um infanto-juvenil, mas de literatura brasileira pra que quando chegar mais vinte, daqui uns 21, eu me torne uma senhora enciclopédia.
Páginas amarelas.
sem foco.
Quando se torna, num instante seguinte se destrona.
Se um dia se define, quem sabe se transforma no oposto outrora.
E tudo o que se fere, que se arma, se refere ao incostante,
pois sempre há sobras do vazio, do distante.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Ao pé da letra.
A faca O fino O sol O sangue
O frango O fósforo O suor A saliva
O fogo O fogo A sombra A sede
A fome O fim O sorvete A soda.
O frango O fósforo O suor A saliva
O fogo O fogo A sombra A sede
A fome O fim O sorvete A soda.
terça-feira, 12 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Sem som. Só neurônios!
Ultimamente tenho escrito meus pensamentos pela metade.
É que estou aprenciando mais as palavras, aprendendo a manuseá-las...
Saber usar as palavras é para poucos.
Tem-se o tempo de falar.
E ainda dentro desse tempo existe a escolha das palavras certas,
E além do tempo certo de se falar, além da escolha das palavras, esses poucos ainda se submetem
a uma altoanálise a fim de meditarem como deverão ser faladas as palavras escolhidas.
Ou seja, no sentido de dar notas musicais às palavras, percebo que isso é mais difícil que tocar um clarinete, que beijar um beija-flor,
que enviar ao papa um ramalhete,
que desenhar numa folha sua dor.
Falar sabiamente como canta o sabiá
é sentir que a sabedoria das sílabas vazias não se faz
sóbria na boca de quem dinamiza a língua sem se atentar ao semáforo do tempo.
Cabe aos falantes da vida minguarem seus sentidos, poupando assim o auditivo dos outros e suas respectivas almas, porque " A morte e a vida estão no poder da língua." Provérbios 18:21
Pense mais!
É que estou aprenciando mais as palavras, aprendendo a manuseá-las...
Saber usar as palavras é para poucos.
Tem-se o tempo de falar.
E ainda dentro desse tempo existe a escolha das palavras certas,
E além do tempo certo de se falar, além da escolha das palavras, esses poucos ainda se submetem
a uma altoanálise a fim de meditarem como deverão ser faladas as palavras escolhidas.
Ou seja, no sentido de dar notas musicais às palavras, percebo que isso é mais difícil que tocar um clarinete, que beijar um beija-flor,
que enviar ao papa um ramalhete,
que desenhar numa folha sua dor.
Falar sabiamente como canta o sabiá
é sentir que a sabedoria das sílabas vazias não se faz
sóbria na boca de quem dinamiza a língua sem se atentar ao semáforo do tempo.
Cabe aos falantes da vida minguarem seus sentidos, poupando assim o auditivo dos outros e suas respectivas almas, porque " A morte e a vida estão no poder da língua." Provérbios 18:21
F
Fa
Fale menos.
Pense mais!
É tudo questão de tempo,
É só uma fase
um estágio, um momento.
É tudo porção de vento,
É só um disfarçe
um plágio, um sofrimento.
Há tempo para tudo, e vejo como esse tudo se refaz em seu tempo.
É questão de lógica, sem considerar emoções endotérmicas.
Porque assim se constrói muro anti-medo, anti-lágrima,anti-tudo.
E são nas futuras travessias de rios frios que se perceberá quão útil foi aprender a atravessar geleiras.
E é no vazio de se extirpar dos outros que se nota quão cheio você se torna ao tentar
preencher o vácuo do próximo..
O tempo ensina, mais que a vida.
É só uma fase
um estágio, um momento.
É tudo porção de vento,
É só um disfarçe
um plágio, um sofrimento.
Há tempo para tudo, e vejo como esse tudo se refaz em seu tempo.
É questão de lógica, sem considerar emoções endotérmicas.
Porque assim se constrói muro anti-medo, anti-lágrima,anti-tudo.
E são nas futuras travessias de rios frios que se perceberá quão útil foi aprender a atravessar geleiras.
E é no vazio de se extirpar dos outros que se nota quão cheio você se torna ao tentar
preencher o vácuo do próximo..
O tempo ensina, mais que a vida.
sábado, 19 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Sente aê o Ésse!
Simplesmente suspire!
Sucessivo esse som do seu sino.
Soa solene sondando-me sem silêncio.
Sinto sua sonoridade singela servindo-me sem sopro, sem selos.
Socorreu sem suavidade, sem sonhar sozinho.
Sinalizou à sentinela que o sol sempre sorrindo sente o suor dos sem- sombrinhas...
Sua sorte simulou sem ser senzala .
Separaram sobre o septo sua sepultura
sem sequer sensibilizar o sensorial do senhorio.
Sangrou de sangue a sanfona ao se soltar ao soprano do sino.
Éssis esses que só são por serem só sabidas sementes da sinfonia sonora
sAlfabética!
Sucessivo esse som do seu sino.
Soa solene sondando-me sem silêncio.
Sinto sua sonoridade singela servindo-me sem sopro, sem selos.
Socorreu sem suavidade, sem sonhar sozinho.
Sinalizou à sentinela que o sol sempre sorrindo sente o suor dos sem- sombrinhas...
Sua sorte simulou sem ser senzala .
Separaram sobre o septo sua sepultura
sem sequer sensibilizar o sensorial do senhorio.
Sangrou de sangue a sanfona ao se soltar ao soprano do sino.
Éssis esses que só são por serem só sabidas sementes da sinfonia sonora
sAlfabética!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Sem reservas.
Eu me nego a segurar o troféu.
A honra não é minha, é de Deus!
Porque no dia em que penso soltar o remo
e deixar o vento levar meu barco,
a voz maior me motiva a perseguir a felicidade
e me ensina a não olhar para o sol, nem me importar
com a sede e muito menos com a falta de chão.
Chego a andar sobre as águas segurando Suas mãos.
Deus poderoso e fiel,
A honra que me dão
devolvo a Ti!
A honra não é minha, é de Deus!
Porque no dia em que penso soltar o remo
e deixar o vento levar meu barco,
a voz maior me motiva a perseguir a felicidade
e me ensina a não olhar para o sol, nem me importar
com a sede e muito menos com a falta de chão.
Chego a andar sobre as águas segurando Suas mãos.
Deus poderoso e fiel,
A honra que me dão
devolvo a Ti!
O Branco no verde
de árvore sem neve
é o que sinto ao me sentir
bem calma na proa.
Segundos de tensão! Mas, o amor está do lado, bem dentro,
está forte, me protegendo.
Nem digo o amor, mas meus dois amores geradores de contentamento.
Primeiramente, o Amor daquele que me amou primeiro, meu irmão mais velho, o Nazareno, companheiro.
Porque quando penso em pensar em lágrimas,
ele me dá mil motivos pra produzir sorrisos.
E meu outro amor de aroma apaixonante, de segurança contagiante
que desfigura o que me segura nos medos.
Diferenças que nos tornam iguais eu me torno sendo dele.
Nego.
E no compasso dos segundos e minutos
aprendo a amar amando assim como o relógio ama o tempo!
de árvore sem neve
é o que sinto ao me sentir
bem calma na proa.
Segundos de tensão! Mas, o amor está do lado, bem dentro,
está forte, me protegendo.
Nem digo o amor, mas meus dois amores geradores de contentamento.
Primeiramente, o Amor daquele que me amou primeiro, meu irmão mais velho, o Nazareno, companheiro.
Porque quando penso em pensar em lágrimas,
ele me dá mil motivos pra produzir sorrisos.
E meu outro amor de aroma apaixonante, de segurança contagiante
que desfigura o que me segura nos medos.
Diferenças que nos tornam iguais eu me torno sendo dele.
Nego.
E no compasso dos segundos e minutos
aprendo a amar amando assim como o relógio ama o tempo!
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Frutos de três horas e meia depois de uma prova.
30 minutos para encher a mente de rima, colcheias e açucar.
Foi mais uma tentativa, mais uma batlaha, porém mais prazerosa de lutar.
Paredes de leite e teto de nuvem, mutantes amarelos, seis horas de ferrugem.
É que sou poeta concursada,
É que sou canção graduada
e tiro do meu vácuo palavras que eu nem sabia palpitarem.
Por coincidência ou não, por minha conciência ou emoção
elas fluem de mim querendo serem expostas no papel.
Ok! Vou parar de ficar dando satisfações. E não vai me interessar o que você pensa.
E daí? Só são palavras.
As emoções são minhas.
Sorte sua ou não se você possui a faculdade de senti-las.
(...)
Indaiá: oxítona acentuada por ter terminação em vogal
que por acaso é vulgar.
Consegue notar?
Ela gosta de estar em todas exibindo suas curvas quase que elípticas.
Só por comprovação da prosa, usei-a nesta formatação de memória
por mais de 105 vezes até agora.
(...)
Me recuso a chover por hoje.
O que fiz até aqui só são células sem ácido nucleico. Algo que como vegetal, mas sem clorofila.
Joguei fora a coesão e a coerência. Não faz mal agum, porque me deram licença poética até que se cesse o tráfego de hemácias dentro das minhas ruas.
Foi mais uma tentativa, mais uma batlaha, porém mais prazerosa de lutar.
Paredes de leite e teto de nuvem, mutantes amarelos, seis horas de ferrugem.
É que sou poeta concursada,
É que sou canção graduada
e tiro do meu vácuo palavras que eu nem sabia palpitarem.
Por coincidência ou não, por minha conciência ou emoção
elas fluem de mim querendo serem expostas no papel.
Ok! Vou parar de ficar dando satisfações. E não vai me interessar o que você pensa.
E daí? Só são palavras.
As emoções são minhas.
Sorte sua ou não se você possui a faculdade de senti-las.
(...)
Indaiá: oxítona acentuada por ter terminação em vogal
que por acaso é vulgar.
Consegue notar?
Ela gosta de estar em todas exibindo suas curvas quase que elípticas.
Só por comprovação da prosa, usei-a nesta formatação de memória
por mais de 105 vezes até agora.
(...)
Me recuso a chover por hoje.
O que fiz até aqui só são células sem ácido nucleico. Algo que como vegetal, mas sem clorofila.
Joguei fora a coesão e a coerência. Não faz mal agum, porque me deram licença poética até que se cesse o tráfego de hemácias dentro das minhas ruas.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Finas.
É tentando me costurar pelo avesso que
descubro ser eu dona de sentimentos e pensamentos que eu repugno.
Detesto tê-los aqui dentro, venho descobrindo aos poucos, sem querer, a existência de tais tecidos quase transparentes que ficam dessa maneira por minha consciência
estar submetida a leis, normas e às minhas próprias cobranças.
A palavra que eu rejeito ou que
eu procuro não fazer viva em mim, por si só me cobre em seu relento. Basta eu tingir esses tecidos cor-d'água que percebo sua presença a me tanger.
Quisera eu destruir esses cobertores que não me isentam do frio.
Assim, não carregaria nenhuma trouxa, isto é, nenhuma culpa.
Contudo, o que me ocorre é que estou constantemente diante do lavatório, deixando meus erros
escorrerem ralo à baixo, tentando preservar minhas vestimentas.
E quando preciso, estou lá, diante de uma vitrine, subjulgando qual o melhor
SOBRETUDO que pode me proteger do frio e
que no calor me proteja de ultravioletas de violências psíquicas e lógicas, psicológicas.
E assim prossigo meu caminho, me costurando por dentro,
para que por fora eu sirva de referencial. Não que sou a favor do modismo. Longe de mim toda manifestação de resultados alienadores.
O que justifica tal intenção são minhas próprias exigências,
linhas e agulhas que precisam estar costurando em todo tempo.
Por fim, acabo me ferindo, perfurando minhas digitais
e me remendo com alfinetes que molhados por lágrimas
enferrujam-se
e me sujam de novo...
descubro ser eu dona de sentimentos e pensamentos que eu repugno.
Detesto tê-los aqui dentro, venho descobrindo aos poucos, sem querer, a existência de tais tecidos quase transparentes que ficam dessa maneira por minha consciência
estar submetida a leis, normas e às minhas próprias cobranças.
A palavra que eu rejeito ou que
eu procuro não fazer viva em mim, por si só me cobre em seu relento. Basta eu tingir esses tecidos cor-d'água que percebo sua presença a me tanger.
Quisera eu destruir esses cobertores que não me isentam do frio.
Assim, não carregaria nenhuma trouxa, isto é, nenhuma culpa.
Contudo, o que me ocorre é que estou constantemente diante do lavatório, deixando meus erros
escorrerem ralo à baixo, tentando preservar minhas vestimentas.
E quando preciso, estou lá, diante de uma vitrine, subjulgando qual o melhor
SOBRETUDO que pode me proteger do frio e
que no calor me proteja de ultravioletas de violências psíquicas e lógicas, psicológicas.
E assim prossigo meu caminho, me costurando por dentro,
para que por fora eu sirva de referencial. Não que sou a favor do modismo. Longe de mim toda manifestação de resultados alienadores.
O que justifica tal intenção são minhas próprias exigências,
linhas e agulhas que precisam estar costurando em todo tempo.
Por fim, acabo me ferindo, perfurando minhas digitais
e me remendo com alfinetes que molhados por lágrimas
enferrujam-se
e me sujam de novo...
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Tempo destampado.
Aquilo que se cansa
se deflagra, se descansa.
Aquilo que se tem na veia
se avermelha, se dessangra.
Aquilo que era pra ser futuro
se almeja, se planeja.
Aquilo que era seu passado
se esconde, é avesso por dentro.
O gorro vermelho fez-se ilusão na adolescência.
O sopro na vela foi relance pra quem fez cinquenta.
O tempo era seu aliado, mas quebrou seu relógio e por fim te atrasou.
E a chuva seca de pomares livres fez-se longe ao seu descanso,
fez-se rebelde ao seu descaso,
fez-se branda no mês de janeiro,
fez-se desfeita ao refazer do que foi feito.
São os anos passando, a idade chegando...
Chegando pra que?
Indagam à morte. E, por fim se amendrotam à sua sombra.
Perguntam-me se estou preparada e eu retomo as palavras e as refaço em você.
Estás preparado?
Como tem se preparado?
Valoriza o que te ocorre, os que te cercam, sua própria vida?
Uma geração vem, outra se vai.
Uma é refém, a outra se faz.
E o tempo nunca pára.
Nunca se cala.
Nunca tem tempo para si.
Quanto mais para mim.
Pararam-me !
domingo, 9 de janeiro de 2011
Bumerangue a sangue.
Minha mente repuxa e empurra.Minha testa chove e esquenta.Meu motor funciona e desliga.Minha flor é vermelha e sangrenta.Mecanismos em energia por emoções, o controle _é difícil_manter as estações.Qualquer milagre alegra, qualquer deslize altera e assim esse bumerangue em mim age me deixando exausta.Vai e volta, verde ou branco e tenho que me adaptar ao seu tamanho.Uma semana antes que me leva a viajar antes mesmo de eu partir.Conheço meus mundos, exploro os dos outros, experimento sentimentos, que por sua vez me fazem sentir mal, me fazem ser mau.Por fim, o que me resta é esperar o tempo, o chocolate, o meu amor, o meu desgaste levarem uma porção de vida minha embora, por via líquida, insípida. Fico fraca, vem a dor e mês que vem se repete a trajetória.
35Kg de perfeição.
Carrego o peso do perfeito.
Carrego a máquina sem defeito.
E onde me colocaram se não foi aqui, para aprender a viver errando?
Não aceitar o meu preto no branco,
o meu erro no ganho
é desconsiderar o que sou de natureza antiga.
Assim sou.
Mas não preciso me conformar com isso, daí assopro o muro,
achando que vou movê-lo.
Daí, chego perto do alvo, porém não me conformando com o quase.
Ninguém me critica tanto como a minha prória mente.
Ninguém me reprime tanto quanto minhas próprias indagações.
E é num chover de gelo que me corto e desanimo minhas forças, me derretendo.
Luto contra. Tem hora que sou razão.
Permaneço.
Porém, outrora sou emoção.
Enfraqueço.
E cada vez mais me confundo com 35 Kg de coisas que nem fazem parte parte de mim,
por fim, permito que isso me engorde.
Tento não me deixar levar. Peço forças, mas minha fé temeu o medo.
E as sombras de tudo,
daquilo que consiste o mundo,
as pessoas, seus sentimentos,
eu mesma de agudos argumentos
me fazem gotejar em pingos frios.
Corro para o Bem, mas não consigo enxergar, está nublado.
Espero não esperar mais.
Preciso da paz de volta.
Ninguém a tirou de mim. Ela está aqui, só não consigo achá-la no meio de tanta bagunça.
Espero que quem me ame, me ame mais forte.
Seja quem for.
Mais forte.
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