domingo, 17 de abril de 2011

Ampulheta.

Aqui são 19 anos de mente.
E a cada instante que mais velho se fica mais experiência é consumida.

A infância fica nas fotos, os segredos são trancafiados nas coronárias da bomba sanguínea, e por fim, suas roupas mudam conforme suas opiniões são vestidas, usadas, lavadas, passadas, vestidas, usadas, ... todo um ciclo.
Acontece que a gente cai na real que serão mais vinte e não mais adolescência.

Olhando para o livro que somos, descobrimos que há milhões de coisas coisadas que só a gente sabe o que significa. Ou não.

Lendo-se você descobre que em todos há uma espécie de preconceito latente, uma maldade, mil facadas,
7 defeitos, seja o pecado capital que for, mas há de com força.
Sorte tem aqueles que conseguem apagar isso de suas páginas ou controlar a saída das palavras pela boca.

Se sou livro e se sou lido, então o importante aqui não é a capa mas o contexto que eu contenho! Ou melhor, o pretesto que detenho.
E se serão vinte daqui a 8 meses e me tornarei um livro maior, então não serei mais um infanto-juvenil, mas de literatura brasileira pra que quando chegar mais vinte, daqui uns 21, eu me torne uma senhora enciclopédia.


Páginas amarelas.

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O temor do SENHOR é a instrução da sabedoria, e precedendo a honra vai a humildade.Provérbios 15:33