Neste momento minha alma quer o Nada. Meus olhos cansaram de ver o Tudo, precisam de descanso.
Neste momento só quero minha mãe e mais ninguém.
Sabe quando a gente cansa de se cansar? Estou neste dilema, eu acho.
Cansei de me preocupar com as crianças que sofrem ou poderão sofrer com a merda da pedofilia. Cansei de olhar o recheio do jornal, é sempre vermelho, nunca verde.
Cansei das imposições da mídia, o que ela só exige é IMAGEM. Já viu isso?
Mulher tem que ter bunda grande. Quando não é vista como objeto é vista como fruta!!
Homem tem que pegar geral, senão é viado...
AAAAAHHHH!
Não sei se posso dizer que é a mídia que impõe isso plenamente,meus argumentos, talvez, sejam ralos demais pra se concretizar algo. MAS, NÃO INTERESSA!!
QUE SE EXPLODAM AS PESSOAS E SEUS INTERESSES EGOCÊNTRICOS, que se exploda a MÍDIA E SEUS AGREGADOS, que se exploda o Estado que manipula a maioria com qualquer renda minha ou bolsa família!
QUE SE EXPLODAM!
x|
[Respirando profundamente e voltando à minha pulsação poética]:
Agora quero ir a um campo verde com flores cor-de-água e ter em mãos uma flauta,
flauta que transversa minha alma para a calma e tocar, tocar, tocar
sem me questionar, sem me transgredir em preocupações.
Agora quero dizer a minha mãe que a amo e comer com ela pão com queijo e suco de laranja. É, preciso disso.
Meu pote de sangue continua guardando líquido venoso e arterial,
minhas palpebras estão se desgastando de tanto ter que limpar os vidros depois da chuva.
Quero descanso.
Dai-me uma flauta, não quero dinheiro.
Dai-me um dia tranquilo com 57h.
Dai-me a mim, dai-me o que preciso ser e não o que os outros querem
que eu seja.
Me morro por um instante, me deixa quieta aqui...
(...)
sexta-feira, 28 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
O grito de Van Gogh no meu olho.
Emoções chegaram.
Dessa vez observo que não são emoções-verdes,
hoje elas vieram maquiladas de pó de índigo.Minhas OMO-multi-emoções mais escuras que sabão-em-pó.
Eu agora preciso de um rascunho,
papel embaixo do punho.
Urgente!Pois sei que de forma trancedental eu PRECISO escrever
o que sinto. E I don't mind write dentro do ônibus. Sei que a iluminação é péssima, fora que as letras sofrem do mal de Alzheimer.Não param de tremer...
Ok! Meu dia.
Well, gostei muito dele hoje.
Foi tudo muito proveitoso.Acordar às cinco da matina, estudar até meio dia e tornar em meia-vida um dos conteúdos de um certo edital de concurso é me sentir vitoriosa, desde já. É uma delícia, hahaha! Ainda mais porque semanas atrás meu "astral"
estava baixo demais para estar disponível aos livros.
Enquanto o engarrafamento vai ser desenrolando do outro lado do vidro, dentro de mim um vulcão de emoções se converte em gelo, que aquece com minhas memórias de anos-luz...
Quem irá entender esse mix de emoções com intervalos musicais dessa escala cromática? Eu rio, eu mar de mim mesma, porque se for detalhar esse tufo de sensações que sinto eu viajo de submarino pra dentro do meu estômago e ainda não será suficiente pra que você também entenda.
Neste exato momento penso em borboletas,na propagação das luzes dos carros, penso em meu amor-amigo-apaixonante que sinto por pessoas tão distantes, reflito em Fandangos de presunto e no meu amor tão distante de mim, não fisicamente, mas da minha alma.
Consegues tu ver?
Você é capaz de enteder?
Vem cá, posso te explicar?
Isso é loucura de artista, e loucura de artista é arte.
Tentar entender tudo que está nesse blog ou ainda entender este simples post pode
ser difícil se você não possuir olfato artístico.
Pois existem concidações no qual atacam-me ao usar a razão
para tentar definir o que escrevo.
São deficientes, eu diria. Não possuem narina para arte,como podem oxigenar seu cérebro?
Mas... Tudo bem. São ignorantes, são vazios colcheias e risadas de palhaços.
Eu amo a vida! Foi o Artista mais fantástico do universo
que deu uma para mim.
Eu gosto de resPIRAR!
Dessa vez observo que não são emoções-verdes,
hoje elas vieram maquiladas de pó de índigo.Minhas OMO-multi-emoções mais escuras que sabão-em-pó.
Eu agora preciso de um rascunho,
papel embaixo do punho.
Urgente!Pois sei que de forma trancedental eu PRECISO escrever
o que sinto. E I don't mind write dentro do ônibus. Sei que a iluminação é péssima, fora que as letras sofrem do mal de Alzheimer.Não param de tremer...
Ok! Meu dia.
Well, gostei muito dele hoje.
Foi tudo muito proveitoso.Acordar às cinco da matina, estudar até meio dia e tornar em meia-vida um dos conteúdos de um certo edital de concurso é me sentir vitoriosa, desde já. É uma delícia, hahaha! Ainda mais porque semanas atrás meu "astral"
estava baixo demais para estar disponível aos livros.
Enquanto o engarrafamento vai ser desenrolando do outro lado do vidro, dentro de mim um vulcão de emoções se converte em gelo, que aquece com minhas memórias de anos-luz...
Quem irá entender esse mix de emoções com intervalos musicais dessa escala cromática? Eu rio, eu mar de mim mesma, porque se for detalhar esse tufo de sensações que sinto eu viajo de submarino pra dentro do meu estômago e ainda não será suficiente pra que você também entenda.
Neste exato momento penso em borboletas,na propagação das luzes dos carros, penso em meu amor-amigo-apaixonante que sinto por pessoas tão distantes, reflito em Fandangos de presunto e no meu amor tão distante de mim, não fisicamente, mas da minha alma.
Consegues tu ver?
Você é capaz de enteder?
Vem cá, posso te explicar?
Isso é loucura de artista, e loucura de artista é arte.
Tentar entender tudo que está nesse blog ou ainda entender este simples post pode
ser difícil se você não possuir olfato artístico.
Pois existem concidações no qual atacam-me ao usar a razão
para tentar definir o que escrevo.
São deficientes, eu diria. Não possuem narina para arte,como podem oxigenar seu cérebro?
Mas... Tudo bem. São ignorantes, são vazios colcheias e risadas de palhaços.
Eu amo a vida! Foi o Artista mais fantástico do universo
que deu uma para mim.
Eu gosto de resPIRAR!
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