Todo mês
Olho o sangue que escorre
Entre minhas pernas
E cai em mim todo peso
Um fardo que carregamos
Nas costas e no útero
Ser mulher.
Árduo.
Não me olhe como mero objeto
Não me toque como objeto
Não viva como um,
Mulher, não se faça um.
E, agora que possuímos
Uma [falsa?] liberdade
O que fazemos com ela?
O que você faz com ela?
O que eu faço com ela?
Por Tita, em Poema sujo.
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O temor do SENHOR é a instrução da sabedoria, e precedendo a honra vai a humildade.Provérbios 15:33