terça-feira, 5 de abril de 2016

Desejo ser um ser vivo. Vivo com vida. E convidar! Desejo provocar vida! Despertar! Energia! Ondas! Dinâmica!
Pra valer! Prova ler!
Porque se assim não for, do que vale eu viver? Do que vale o esforço dos meus pulmões? E o pulsar do meu coração?
Pra que que vale?

Sinto que sou viva! Sinto que estou viva!
Não quero mais

quinta-feira, 23 de abril de 2015

A necessidade.

Volto aqui pela necessidade.
Necessidade de me esconder atrás das palavras.
Necessidade que recrio sem saber que era preciso.
Necessidade de me reter.
De me ter.
De volta pra sempre!

Porque acho que sempre fui dos outros.
Para os outros.
Pelo outros.
Com os outros.

Chegou  o tempo de eu ser mais de dentro.
De dentro de mim.
Pelo menos por um tempo, agora e quem sabe
eu cultive isso sempre.
Necessidade.

Palavras pra mim são necessárias.
Então estou voltando aqui a querer regê-las.
Pois quem me conhece, sabe que elas fluem de mim e preciso deixá-las fixas aqui. At least.

Silêncio!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015



Biblioteca.
Meu lugar.
Voltei vivendo.
Voltei em atraso.
Estou me lendo...


Vi o quanto minhas letras foram mudando,
a idiossincrasia foi se alterando.
Experimentei outros mundos e universos,
por isso penso que vão se alterar os meus versos.

Aqui desabafava, 
outrora fazia risos.
A medida que caminhava
ía vencendo os perigos.

Perigos de mim mesma, 
descobertas encobertas.
Sentimentos vazios ou cheio demais!
Maturidade 


quinta-feira, 23 de maio de 2013

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Se hoje não corro,não meco
não forco, não me estresso
e porque aprendi a aprender ser paciente
aprendi a prender o vento em minha mente
e deixar meu respirar ser mais
livre-inerente.

domingo, 10 de junho de 2012

M.Ú.S.I.C.A.

O cheiro da música me faz cair em lembranças de idas e vindas sozinhas pela estrada de Brasília.
Árvores prateadas de tão verdes que eram.
E esse piano marfim aveludado em meus ouvidos, faz meu cérebro revigorar de energia à medida que
cada nota se encontra com meus neurônios. Sublime.

Meu coração bomba sangue com colcheias e fusas e não mais existem hemácias.
Me concentro, me encontro, me sinto, pois quando a música me tange
não sou mais mortal porque me encontro com seu Criador, o Eterno.
Sou um intrumento vivo. Não sei qual.
Não sei se sou voz, sopro, percussão, madeira, metal, ou quem
sabe a junção de tudo em uma harmonia só.

Há música! Há som! Há ritmo ! Percebe?
Seu coração não para de bater, e o ritmo dele vai de acordo com seu estado, sua emoção.
A melodia não consegui definir bem, mas ela é muito além de somente cantar. Descobrirei!
A Harmonia não merece explicações.Tudo em você, em mim, dentro de nós ocorre harmonicamente.
Perfeição!

Sou apaixonada por sons! Sons!
Notas! Mistério sonoro!
Arte que envolve dedos, pernas, mente, alma, ouvidos, coração, boca, pulmões,nariz e vento, oxigênio.
Arte que é vida, a mais bela entre as mil para mim.
Música pra que te quero?
Pra que que vens?
Perdi a conta das vezes que que quis te conter em meus ossos e juntas. Não dá.
Impossível. A não ser que por um instante eu te revele aos outros através dos meus intrumentos
e emoções. Fico extasiada.

Lágrimas são só de enfeites, porque vais além do físico, de ondas, de luz.
Não te entendo, mas te amo.
Música, vem me amar.
Pra que eu faça parte de você, pra que meus passos sejam pausas de silêncio, pra que minhas
mãos sejam ritmos em palmas, que meus olhos sejam sua janela.
Música, vem sobre mim.
Domine meus sentidos!
Assim me farei sentido, assim, existirei dentro de mim mesmo.
Pois, sei de uma coisa:
Toco, logo existo.
Toco, logo existo!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Nem em uma gota de particípio, muito menos de gerúndio !

O vento chora em vão lamento
e perco tempo em pensamento,
do que se foi sem sofrimento,
por fogo e aquecimento,
por dó que não me aguento.
Por terra de cimento.
Por volta do momento
a dor, a lágrima, a água, o incremento .

Agora eu fui o que eu não sou.
Ontem eu era o que serei.
Amanhã eu sou o que eu seria.

E então se continua o movimento
da chance de correr atrás do vento
e romper o entopimento
das veias,
do choro,
e grilhões das cadeias,
das guerras de quinhentos,
dos outros em olhos, muros e fomentos.
Quando me paro, me enxergo em mar sedento
e percebo que sou sentuido e faz sentido em  elementos.

Respiro, vejo, sinto, escuto e degusto

FOGO,AR, ÁGUA E TERRA e nesse último é que se finda o

esquecimento.
Dele eu vim, para ele voltarei.


Seputamento.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A inerência se explica e ponto !

Assim como o brilho é inerente ao sol,
a Música também é inerente a Deus !
Só quem os conhece de perto e de janela, sabe.

Não dá pra viver feliz  sem a Música,
Não tem como viver feliz sem Deus !

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

eU aNdei no mar em terra pra saber como

era a poeira de gelo.

Eu to feliz de alegria com gosto de água fresca,

É que ontem choveu tanto e sol brilhou mais forte agora.

É que a música não saiu da minha cabeça, está querendo sair pela boca.

É que eu tremi sem necessidade. Nervosei-me sem pensar no grito consequente dos meus nervos mais tarde. Errei por me deixar errar.

É que hoje é sexta, não mais dia de play, mas dia de rec.
Rec tudo na memória, a prova está chegando !

É que eu já amo quem ainda amarei bem forte. Ele me abraçou cheiroso, lindo. 
Só sei que  tudo será quando o relógio dizer: ponteiros prontos para o meio-dia !



É que estudarei com minha amiga, que eu achei que tinha perdido
por causa da distância.


É que revi fotos da Lua. Isso me inspirou a ser mais eu de novo. E percebi que essa admiração que eu tinha por ela, era tudo besteira. Era só mais uma garota legal, por aí.


É que Deus tem me guiado em tudo.
Ele está me mostrando o caminho.
Me dando as ferramentas e armas certas pra vencer a guerra. (Obrigada, Deus, Pai meu!)
Deus quer que eu escute um reggae. Foi o que Ele me disse.
Deus quer que eu olhe dentro de Seus olhos e lembre de quem Ele é pra mim, do que Ele faz por mim...
Só assim eu descansarei a mente, os braços, o coração e conseguirei ouví-lo com mais nitidez e então, obedecê-lo bem feliz!
Obrigada Deus, por acreditar em mim!


Eu to feliz de alegria com gosto de fresca água, é que  o sol não pára de brilhosar
e a poesia quer voltar a correr em meus dedos!

Voltou.
Feliz a me olhar. Me ama.


:D

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Quem disse que o que eu quero tanto tento fazer e não faço é o mais provável de acontecer do que não quero?

terça-feira, 27 de setembro de 2011

é só, e só.

Depois de tanto tempo sem exibir palavras-chaves aqui, eu vim trazendo
palavras-fechaduras tão duras.


É que a chuva me veio quente no rosto,
é que deixei minha aliança protegida no bolso,
é que tentei surportar a dor e viver...
Mas, o difícil é quando se não tem controle de sentimentos,
de emoções, de envolvimentos,
de simplesmente viver o que se sente,
na maior brandura da vida.

Sem medo de errar,
sem medo de tentar,
sem medo de amar quem te ama.
Sem medo.
Medo.

Sem!

Fechaduras que me prendem,
Onde estão as chaves?
Onde está o tempo?

Só tenho que esperar agora...
O que será que me virá outrora?

Me protegerei de novo atrás de muros, ou serei ousada,
corajosa, audaciosa, confiante e forte?

Eu bem que queria ter esses adjetivos em meu currículo, porém nem sempre os vejo em mim.


Só sei que...
é difícil.


Começaremos do zero.


 O Começar .

terça-feira, 17 de maio de 2011

Eu venço!

Pipoca de circo.
Carinho de irmã.
O cuidado do sogro, o amor do amor.

O peito acelerado, será desmaio que está surgindo?
E o medo, mãos molhadas, vento frio perseguindo...

E se eu olhar para a terra antes pisada, perderei tempo ao parar para desanimar.
O que preciso fazer agora é me preparar para ganhar!

Ferramentas, recursos, sentidos, esforço e força de vontade.
Mas, sobretudo, DEUS, minha felicidade.

sábado, 14 de maio de 2011

Devo começar do zero.
Zero e zero são a mesma coisa,
um português, outro inglês.
Se quero mesmo, começarei do meio zero.
Não hei de murmurar, falação ao ermo cansa.
Porque são tantos textos longos,
longos textos, pernilongos
que se assoprar, cai pra trás
de tantas vírgulas que o sol desfaz.
Peço a Deus, em silêncio,  que me conserve até minha chegada em casa,
pois, por mais que eu coma sal a minha pressão se tange baixa.

E me demito da fotossíntese de verde e luz,
prefiro ser viva, com cores bem finas pra não ser só cruz.

Que eu não caia.
Que eu sempre lute e conquiste.
Que eu não conte os anos, nem olhe para os ponteiros.
Que eu , simplesmente, continue na marcha, olhando para o alvo, afiando minha ferramenta.


A vida que temos é só uma.
E se finda.

melodia dos anos 50.

Quando a ponta da agulha quer deslizar sobre minhas ranhuras,
                                                   quer revelar minhas canções mais latentes,
                                                                                    quer arranhar a superfície do que SOUL, eu me prendo ao toca-disco, endurecendo minhas elípses, me entrengando à poeira.
Assim faço, para que não critiquem meu melhor/ pior.
É preferível eu estar em som quieto, porque afinal de contas, sou só mais um na prateleira.
Capa escura, sem brilho.
E quando me julgam pela capa, vão à próxima prateleira, pois não sou  o disco clássico que agradam aos eruditos,
também não sou de música popular com quatro notas e três gritos.
Sou trilha sonora para os simples, os curiosos, os artistas de rua, palhaços de aventura.
          Um dia empoeirado,
          com um som arranhado
         de ouvintes cansados
         de tanto vinil que sou amado.

O que é a vontade?

Ânsia de se ter o que se espera.
Sonho de viver o fim da guerra
daquilo que combate contra seu limite,
dentro de onde é forte aquele que resiste.

A vontade quer ser concreta,
seja ela má ou boa.
Se deixar a porta aberta,
ela foje, ela voa.

E a consequência, se vier, faz morada angustiante,
e fica viva, desaparecendo aos olhos dos que julgam o ignorante.
Porém, este leva, dentro de si, a vontade de ter tido sorte
de naquele dia ter mortificado de vez a bruta vontade
que naquele instante se refez.

Arrepreendimente.

Do Ê.

Estou em cima da escada
escondida, esvaziando meu estoque.
Espero a essência do estranho extirpar a esperança do espelho.

Enquanto eu entoo essa esperteza,
encontro uma enorme estrada estreita. Entendio-me ao explodir o empirico enxarcado, estrada de enjoo escuro enforcado.

Entende o que escrevo?
Escreve o que entendo?
Entenda com baquetas,
enquanto escrevo escaletas.

Encoste-se ao estrondo encantado, é só esquecer de esquentar a cabeça.
Envivecer. Não envelhecer.