É tenso,é de doer os ossos do meu ventre e gerar
calafrios nos meus olhos.
Dói.
Muito!
De querer desmaiar o espírito e dormir
para matar a febre.
Meu clarinete me entende, alivia minha agonia.
Meus pensamentos voam longe, vão até a padaria.
Minha bicicleta azul enferrujou-se,não sei mais como se anda.
E a dor vai e volta, do profundo do cérebro à tangente da garganta.
O que fazer não sei, o que sonhar não penso.
Penso em amar, profundamenteMENTE, se entregar.
Mas, há uma barreira na qual não consigo ver,
por isso como a superarei?
Isso também não cabe a mim...
Eu fujo do vento,e me iludo de novo
Vou atrás do vácuo, na clara do ovo.
Entender não é preciso, o que você escreve é tão profundo que nem você imagina, hahaha :)
ResponderExcluirPoeta, poetinha, que bela profissão Thalytinha o.~