segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Bom demais, sôor!


Segundona!
Sete horas da matina, sol clarinho, cheiro de aventura.
Bolo de chocolate velho, clarinete, pife, quena e sentimento de esperar,
ansioso coração, friozinho na barriga:

como será? Vai valer a pena?
Será divertido? E minhas reações em relação a tudo? ( Ah! Eu ainda não me conheço.).
Sei lá. Diria que hoje foi diferente. Muito mesmo. Foi tranquilo, de paz na mente.

Metrô, pessoas, estação,
incerteza e pife na mão.
Cheguei, esperei.
Avistei
artista de futura, com rabeca e sua ternura.
Caminhei, caminhei, conheci o inconhencível...
Sol nas costas, pessoas galegas do lado, lindas de viver.
Casa simples, mas tão rica.
Rica de vida, de livros, de instrumentos, de árvores e goiabas,
de torta alemã e vitamina bananês, de cultura, de viajante-conhecedor
de mais de 13 países, de sol, de Lua, de gatos lindos que mataram meu medo,
grama verde, farta, ipês rosa,branco e amayellow.
Cortinas lindas, paredes brancas de amor e paixão.
Eu estava na casa de uma Inspiração. ( Já disse isso a ela, não me canso de dizer.)
Me senti em casa, [alavontê].
Chão de mármore, estante de madeira recheadas de delicosas histórias infantis.
Próximo cômodo encantador: o quarto, quartifusa.
Pequeno e grande, super fantástico... Vi Lula na parede, vi pessoas conversarem ali,
vi letras coloridas ressucitarem e frases meio confusas à mim...
deus é gay, abortem cristo... Isto ela explica.
Livros, repito mesmo. Livros bons, sem jugá-los pela capa, mas, julgando-os pela dona.
Eiiitaa! E na hora da sonzera.
Virei passarim, virei radiola.
Rabeca, violino, pifes e mais pifes que faziam cócegas em mim, meu clarinete
virou maria-caladinha, diante daquelas belezuras, já que eu ficava meio
sem jeito, meio sem cara pra tocar mesmo. Não sei porque, mas me senti assim.
Só sei que foi bom pra mim,
e se foi.
Aprendi, sem ninguém dizer nada que devo ser
mais calma, mais organizada comigo mesmo e com meu toquarto. De verdade, assim como ela é. Aprendi a ser sem-vergonha e tocar música sem ter medo de
senti-la, medo de errar as notinhas. Perdi o o medo de fechar os zói e ser feliz.
E aqueles zói de clorofila que brilhavam ao se afinar as quatros cordas?
Encantador, encanta, canta, sem dor, com dó. Sem pena, mas com DÓ maior.
Isso me faz lembrar da culpa que ela tem. Milinha, tão distante de mim, de minha vida também, mas me inspira em ser somente eu e mais nada.
Culpada da compra da quena, me enganei pensando eu que aquilo fosse um pife. hahaha...
Culpada da minha libertação de complexos e coisas que podem parecer pequenas a quem explico, mas é grande à mim. Eu acredito.
Estamos em fases iguais, eu acho. Onde tudo é não-impossível...
Ah! Não me esquecerei da farofa de cuzcuz. A melhor farofa do UNIVERSO. HA!
E o sol se pôs,
e que a Lua não se ponha.
terminei o dia comendo pamonha.

2 comentários:

  1. MEU DEUS!
    QUE LINDO!
    QUE LINDO, CARA!
    QUE LINDO!

    Quena é da hoooooooora!
    A primeira vez que touei uma foi em julho de 2008, eu me lembro! Com um paulista em Brasília! hahahah virou meu namorado-nao-namorado depois. Q a farofa de cuscuz?
    Pensei que vc ia falar nao! hahaha


    E vc é tão linda!
    E que sorriso, ein, menina?
    E da próxima vem de matulão!

    Bixo, agora deu fome. QUero farofa de cuscuz!
    Beijo, amo voce.

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  2. HAHAHA! =D
    *.*
    Me apaixonei mais ainda.
    rsrsrs
    ><
    Bjão

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O temor do SENHOR é a instrução da sabedoria, e precedendo a honra vai a humildade.Provérbios 15:33