terça-feira, 27 de setembro de 2011

é só, e só.

Depois de tanto tempo sem exibir palavras-chaves aqui, eu vim trazendo
palavras-fechaduras tão duras.


É que a chuva me veio quente no rosto,
é que deixei minha aliança protegida no bolso,
é que tentei surportar a dor e viver...
Mas, o difícil é quando se não tem controle de sentimentos,
de emoções, de envolvimentos,
de simplesmente viver o que se sente,
na maior brandura da vida.

Sem medo de errar,
sem medo de tentar,
sem medo de amar quem te ama.
Sem medo.
Medo.

Sem!

Fechaduras que me prendem,
Onde estão as chaves?
Onde está o tempo?

Só tenho que esperar agora...
O que será que me virá outrora?

Me protegerei de novo atrás de muros, ou serei ousada,
corajosa, audaciosa, confiante e forte?

Eu bem que queria ter esses adjetivos em meu currículo, porém nem sempre os vejo em mim.


Só sei que...
é difícil.


Começaremos do zero.


 O Começar .

terça-feira, 17 de maio de 2011

Eu venço!

Pipoca de circo.
Carinho de irmã.
O cuidado do sogro, o amor do amor.

O peito acelerado, será desmaio que está surgindo?
E o medo, mãos molhadas, vento frio perseguindo...

E se eu olhar para a terra antes pisada, perderei tempo ao parar para desanimar.
O que preciso fazer agora é me preparar para ganhar!

Ferramentas, recursos, sentidos, esforço e força de vontade.
Mas, sobretudo, DEUS, minha felicidade.