terça-feira, 17 de maio de 2011

Eu venço!

Pipoca de circo.
Carinho de irmã.
O cuidado do sogro, o amor do amor.

O peito acelerado, será desmaio que está surgindo?
E o medo, mãos molhadas, vento frio perseguindo...

E se eu olhar para a terra antes pisada, perderei tempo ao parar para desanimar.
O que preciso fazer agora é me preparar para ganhar!

Ferramentas, recursos, sentidos, esforço e força de vontade.
Mas, sobretudo, DEUS, minha felicidade.

sábado, 14 de maio de 2011

Devo começar do zero.
Zero e zero são a mesma coisa,
um português, outro inglês.
Se quero mesmo, começarei do meio zero.
Não hei de murmurar, falação ao ermo cansa.
Porque são tantos textos longos,
longos textos, pernilongos
que se assoprar, cai pra trás
de tantas vírgulas que o sol desfaz.
Peço a Deus, em silêncio,  que me conserve até minha chegada em casa,
pois, por mais que eu coma sal a minha pressão se tange baixa.

E me demito da fotossíntese de verde e luz,
prefiro ser viva, com cores bem finas pra não ser só cruz.

Que eu não caia.
Que eu sempre lute e conquiste.
Que eu não conte os anos, nem olhe para os ponteiros.
Que eu , simplesmente, continue na marcha, olhando para o alvo, afiando minha ferramenta.


A vida que temos é só uma.
E se finda.