segunda-feira, 7 de junho de 2010

Sonho infantiLER!


Para mim não é inútil ficar aqui pensando nas milhares de vírgulas que me cercam. São tantas delas que as vejos como insetos.
Esse cheiro de Biblioteca me toma a ponto de eu sentir uma sede quase que insaciável de ler todos as obras. Muitas são as prateleiras que comportam História e histórias e contoos e encantos e capas duras empoeiradas de livros velhos tão novos.
Sinto vontade de possuir todos, conhecer cada mundo-livro e entender o que cada um tem a questionar...
Aqui não tem tanto silêncio, porque quando abrem os livros eles não param de falar. E o melhor está nisto, falam tanto e gosto de ouvi-los e não de lê-los.
Minha curiosidade de ler cada um é exarcebo de sonho infantil.
Eu sei que não sei ler, estou tentando aprender ainda, pois o que nos ensinam é juntar letras para formarem sílabas que quando estão na puberdade viram palavras, que quando se casam formam textos.
Ah! Me enfando disto! Eu quero é ler bibliotecas.
PRECISO!
Meus neurônios clamam por isto,pois querem desenvolver-se em mim...
Leia sua biblioteca.Encontrarás segredos, prazeres, conselhos e coisas das quais
sempre soubes e não decifrastes.

Novamente vim aqui pra murmurar do meu cansaço. Estou, realmente, exausta.
Minha alma deseja deixar por um instante sua casa de carne e sair a voar por aí, quem sabe até encontrar o fim do arco íris no meio da mata atlântica.
Não é questão de morte, e sim de descanço...
Minhas costas doem tanto! Isso me faz lembrar, mesmo sem ter ligação alguma, das minhas partituras que estão guardadas no meu guarda-roupa velho, de antigo dono defunto.
Estou etressada!! GRRRRRR!
Fato que gera manchas roxas em minha pele.
Uns, se pressionados, chegam a liberar uma dor bem relaxante de se sentir.E já apareceram cinco de uma vez. Isso porque o cardiologista disse que com o meu pote de sangue venoso e arterial não exite problemas algum...

É! Neste momento, o que poderia me desestressar seria uma flauta tranversal. *___*
Sabe? De certa forma, minha consciência me acusa quando penso em flautas transversais,é como se eu tivesse traindo meu clarinete.
Mas, tenho consciência de que preciso aprimorar minhas abilidades no violino das madeiras.

Poxaa! Agora que percebi!
No momento em que estou escrevendo, percebo que meu estresse está desfalecendo.
Isso é bom.
Alívio.

Paz e amor, né?

Vida nossa engraçada!
Vida que guarda surpresas no bolso,
que esconde o sorriso de osso,
que se faz de pequena e penada.

Vida nossa embolada!
Vida de horas gastas na Interneet,
de momentos jujuba e chiclete.
Vida minha sofre-nada.

Sistema capitalista,
Interferência da mídia sutil
intervenções CAPETAlistas:
Dinheiro na cueca do Brasil.

Falta pouco, muito pouco
pra vida se renovar de embalos,
de abraços.
Sem injustiças, sem lágrimas, sem
indiferenças e mesma igualdade no pão.
Estou a esperar Ele me buscar.
...pra sempre, vida branca de paz.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Fico aqui chovendo nos meus cantos, molhando minhas lembranças,
revendo nossas fotos, agonizando de dor.
Não sei se ajo pela razão ou se pela emoção,
não sei se fico feliz não sei se triste,
não sei se sou menina, não sei se sou mulher, não sei
se toco toco quena, pife, pau-de-chuva, se toco nossa canção que nunca existiu.
Não sei se sonho momentos que nunca existiram,pois minha esperança exige de mim.
Não sei! Só sei que disso nada sei, pois é minha 1ª vez,
1ª vez que amo de verdade e isso resume tudo.
Só Deus pra sustentar meu ego murcho, escondido em sorriso forçado...
Também não sei se seria legal nosso adjuntamento,
é ruim lutar sozinho...