terça-feira, 11 de maio de 2010

O grito de Van Gogh no meu olho.

Emoções chegaram.
Dessa vez observo que não são emoções-verdes,
hoje elas vieram maquiladas de pó de índigo.Minhas OMO-multi-emoções mais escuras que sabão-em-pó.
Eu agora preciso de um rascunho,
papel embaixo do punho.
Urgente!Pois sei que de forma trancedental eu PRECISO escrever
o que sinto. E I don't mind write dentro do ônibus. Sei que a iluminação é péssima, fora que as letras sofrem do mal de Alzheimer.Não param de tremer...

Ok! Meu dia.
Well, gostei muito dele hoje.
Foi tudo muito proveitoso.Acordar às cinco da matina, estudar até meio dia e tornar em meia-vida um dos conteúdos de um certo edital de concurso é me sentir vitoriosa, desde já. É uma delícia, hahaha! Ainda mais porque semanas atrás meu "astral"
estava baixo demais para estar disponível aos livros.

Enquanto o engarrafamento vai ser desenrolando do outro lado do vidro, dentro de mim um vulcão de emoções se converte em gelo, que aquece com minhas memórias de anos-luz...
Quem irá entender esse mix de emoções com intervalos musicais dessa escala cromática? Eu rio, eu mar de mim mesma, porque se for detalhar esse tufo de sensações que sinto eu viajo de submarino pra dentro do meu estômago e ainda não será suficiente pra que você também entenda.
Neste exato momento penso em borboletas,na propagação das luzes dos carros, penso em meu amor-amigo-apaixonante que sinto por pessoas tão distantes, reflito em Fandangos de presunto e no meu amor tão distante de mim, não fisicamente, mas da minha alma.

Consegues tu ver?
Você é capaz de enteder?
Vem cá, posso te explicar?

Isso é loucura de artista, e loucura de artista é arte.
Tentar entender tudo que está nesse blog ou ainda entender este simples post pode
ser difícil se você não possuir olfato artístico.
Pois existem concidações no qual atacam-me ao usar a razão
para tentar definir o que escrevo.
São deficientes, eu diria. Não possuem narina para arte,como podem oxigenar seu cérebro?
Mas... Tudo bem. São ignorantes, são vazios colcheias e risadas de palhaços.

Eu amo a vida! Foi o Artista mais fantástico do universo
que deu uma para mim.

Eu gosto de resPIRAR!

terça-feira, 4 de maio de 2010





Tira meu fôlego,
eleva meus brônquios,
faz cócegas na alma
e me faz lembrar da Lua.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Pingo de verde-sol-esperança.

É tenso,é de doer os ossos do meu ventre e gerar
calafrios nos meus olhos.
Dói.
Muito!
De querer desmaiar o espírito e dormir
para matar a febre.
Meu clarinete me entende, alivia minha agonia.
Meus pensamentos voam longe, vão até a padaria.
Minha bicicleta azul enferrujou-se,não sei mais como se anda.
E a dor vai e volta, do profundo do cérebro à tangente da garganta.

O que fazer não sei, o que sonhar não penso.
Penso em amar, profundamenteMENTE, se entregar.
Mas, há uma barreira na qual não consigo ver,
por isso como a superarei?
Isso também não cabe a mim...
Eu fujo do vento,e me iludo de novo
Vou atrás do vácuo, na clara do ovo.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Logo existo


Sentimento diferente.
William Shakespeare e meu clarinete.
Música do grande pianista Richard.

Ah!Foi uma paixão entusiasta de uma vez,
lançou-me em desespero na gelada e graciosa chuva de colcheias.
O Menestrel, quem nunca leu isso?
Lição vivida de vida,
para mim e para quem necessita de aprender sobre ela.
É, minha fascinação por música, arte e seus aliados
vai crescendo em uma progressão aritmética ou ainda talvez geométrica.
Não. Não.
Progressão que aumenta de tom em tom, semitonando minhas veias.
É glorioso, me faz ser viva.
Toco, logo existo.